Alimentação e Alzheimer: entenda a relação

Alimentação e Alzheimer: entenda a relação

Você sabia que alimentação e Alzheimer estão relacionados?

O que você come influencia tanto para a prevenção quanto para a aceleração do processo do desenvolvimento dessa doença. Embora o Alzheimer seja tratado como um mal que acomete qualquer paciente de forma aleatória e ao acaso, sabemos que existem maneiras de evitar esse processo.

Os estudos sobre o cérebro revelam cada vez mais o quanto nossos hábitos influenciam a sua saúde e suas capacidades. Continue até o final para entender a relação entre alimentação e Alzheimer.

Alzheimer é a diabetes do cérebro

Essa afirmação não é um exagero. O Alzheimer se manifesta por meio da ativação de uma predisposição genética. Isso significa que, apesar da doença ter relação com fatores genéticos, não necessariamente ela se manifesta.

Estamos falando de uma condição subclínica, ou seja, não apresenta sintomas salientes. Diferente de um dente inflamado, que apresenta inchaço e dor, o Alzheimer instala-se silenciosamente.

É a inflamação crônica que desperta diversas doenças. Não apenas o Alzheimer, embora seja um dos mais preocupantes. Sua manifestação também é impulsionada pelo consumo de açúcar e carboidrato.

A presença do açúcar no sangue em altas quantidades faz que passe pelo processo de glicação, bastante similar à caramelização. Quando o sangue circula nesse estado pelo organismo, provoca a resistência insulínica.

Então, o que tem a ver diabetes com Alzheimer? Ambas as condições são influenciadas pela insulina. A glicação do sangue gera a inflamação, o que desencadeia em ativar as predisposições genéticas responsáveis pela manifestação do Alzheimer.

Assim, podemos considerar o Alzheimer como a diabetes do cérebro.

O que comer para evitar o Alzheimer?

Manter a saúde do cérebro também passa pela alimentação, como já expliquei neste artigo.

Quando você evita açúcar e excesso de carboidratos já faz mais que a maioria das pessoas em prol da sua saúde. Procure por alternativas para manter farináceos e doces longe de ser opção para lanches de tarde.

Afinal, é nos momentos em que optamos pela praticidade alimentar que pecamos na qualidade. E tudo bem se for uma vez ou outra. O que não pode é se tornar um hábito.

Dê preferência aos alimentos mais leves, como oleaginosas e frutas. As bebidas probióticas também são bem-vindas.

Na hora de preparar os alimentos, vale a pena substituir os óleos tradicionais pelo óleo de coco. Abacate, ovos e peixes de águas profundas (salmão, sardinha, arenque, atum, truta) também são excelentes para a saúde do cérebro.

Eu espero que este artigo esclareça a relação entre alimentação e cérebro.

Para saber mais, assista ao vídeo abaixo e aproveite para se inscrever em meu canal do YouTube.

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