Muitos produtos que são colocados no mercado com o apelo para iludir pessoas que buscam um estilo de vida saudável infelizmente não respeitam um mínimo critério.

Continuo encontrando pacientes que foram recomendados a consumir produtos com aspartame. E sinto que é minha função mostrar que aspartame faz mal e não pode ser considerado saudável.

 

Uma breve história

Aspartame é o nome técnico da substância adoçante que está sob diversas marcas de produtos adoçantes presentes no mercado atualmente. Foi descoberto em 1965 durante pesquisas de uma droga antiúlcera.

Foi introduzido no mercado americano na década de 50. E na década de 60 chegou a ser banido pelo Departamento de Administração de Drogas e Alimentos Americano (FDA).

Depois de muitas jogadas da indústria alimentícia e muitas pesquisas indicando seus perigos para a saúde, foi novamente liberado em 1974.

Em 1988 o aspartame correspondia a 80% das reclamações feitas ao FDA sobre aditivos alimentares. Continue lendo e descubra todos os motivos.

 

Composição do aspartame

O livro Prescription for Nutritional Healing, de James e Iris Balch lista o aspartame na categoria de “veneno químico”.

É exatamente o que ele é. O aspartame é composto por três substâncias químicas: 40% dele é ácido aspártico, 50% é fenilalanina e os outros 10% é metanol.

Incluo na composição também o diketopiperazine, um subproduto do metabolismo do aspartame.

 

Os danos do aspartato e do glutamato

O ácido aspártico presente no aspartame eleva significativamente os níveis de aspartato e glutamato no sangue. O aspartato e o glutamato agem como neurotransmissores no cérebro, os quais facilitam a transmissão de informações entre os neurônios.

Mas o excesso destas substâncias têm a capacidade de matar neurônios.

Isso acontece por permitir demasiada afluência de cálcio pra dentro das células, que gera excesso de radicais livres, matando e causando danos às células neuronais. Por isso estas substâncias são chamadas de excitotoxinas, pois elas excitam as células até a morte.

A barreira hemato-cefálica (sangue/cérebro) protege o cérebro do excesso de aspartato e glutamato e outras toxinas. Mas durante o período da infância, ela pode não estar completamente desenvolvida.

Ela também pode não proteger completamente todas as áreas do cérebro, pode ser danificada por outras condições e pode permitir a infiltração dessas substâncias em excesso, mesmo estando intacta.

O excesso de glutamato e aspartato lentamente começa a destruir neurônios. Cerca de 75% das células neuronais em uma área particular do cérebro são mortas antes de quaisquer sintomas clínicos de enfermidade ser percebido.

Todas as enfermidades abaixo têm relação com a prolongada exposição a aminoácidos excitatórios:

  • Esclerose múltipla (MS)
  • ELA (Esclerose lateral amiotrófica)
  • Perda de memória
  • Problemas hormonais
  • Perdas auditivas
  • Epilepsia
  • Alzheimer
  • Parkinson
  • Hipoglicemia
  • AIDS
  • Demência
  • Lesões no cérebro
  • Desordens neuro-endócrinas

O risco para bebês, crianças, mulheres grávidas, idosos e pessoas com problemas crônicos de saúde que têm contato com excitocinas é grande.

O mecanismo exato das reações agudas devido ao excesso de glutamato e aspartato “livres” ainda é tema de pesquisa. De acordo com o FDA, essas reações incluem:

  • Dores de cabeça e enxaquecas
  • Náuseas
  • Dores abdominais
  • Fadiga
  • Distúrbios do sono
  • Distúrbios visuais
  • Ataques de ansiedade
  • Depressão
  • Asma
  • Distúrbios de memória e equilíbrio
  • Distúrbios de fertilidade
  • Problemas dermatológicos

 

Os Danos da Fenilalanina

Pessoas com desordem genética-fenilcetonúria (FCU) não conseguem metabolizar a fenilalanina. Isso resulta em nível altíssimos e as vezes letais de fenilalanina no cérebro.

A ingestão de aspartame leva a uma elevação de fenilalanina a níveis excessivos mesmo em pessoas que não apresentam essa desordem.

Testes com humanos demonstraram que os níveis de fenilalanina foram aumentados em indivíduos que usam o aspartame.

Sabe o que acontece com o excesso de fenilalanina no sistema nervoso central? Eles podem reduzir os níveis de serotonina no cérebro, levando a desordens afetivas como a depressão.

 

O Metanol

O metanol (álcool de madeira) é um veneno mortal. A absorção de metanol no corpo é consideravelmente acelerada quando metanol livre é ingerido.

O metanol livre é criado a partir do aspartame quando o mesmo for aquecido acima da temperatura de 30°C.

Isto pode acontecer quando um produto que contém aspartame for indevidamente armazenado ou quando for aquecido, como por exemplo o uso em receitas, como parte de um produto que necessita de cozimento.

O metanol se degrada em ácido fórmico e formaldeído no corpo. O formaldeído é um neurotóxico mortal.

O formaldeído é um conhecido carcinógeno, além de provocar dano à retina, pode interferir com a replicação do DNA e causar defeitos congênitos.

Os sintomas do envenenamento com metanol incluem:

  • enxaquecas
  • zumbido
  • vertigem
  • naúsea
  • perturbações gastrointestinais
  • debilidade
  • lapsos de memória
  • dores nas extremidades
  • perturbações de comportamento
  • neurite

Os problemas mais conhecidos do envenenamento por metanol incluem problemas visuais, como vista nublada, redução progressiva do campo visual, visão borrada, visual obscuro, dano na retina e cegueira.

 

O Diketopiperazine (DKP)

É um subproduto do metabolismo do aspartame. O DKP é formado em produtos líquidos que contém aspartame durante o armazenamento prolongado. Quando nitrosado no intestino, ele produz combinação semelhante a uma poderosa causa química do tumor cerebral.

O DKP também foi implicado pelo FDA como uma causa de pólipos uterinos e mudanças metabólicas do colesterol no sangue.

Ao invés de ser dietético e ajudar na perda de peso, estudo mostrou que ocorre o ganho de peso via aumento de insulina, aumento de leptina e diminuição da serotonina.
Além de fazer mal, ainda engorda!

Os estudos são muitos e quem não acredita no mal que o aspartame pode fazer é simplesmente porque não investiu tempo estudando.

Considerando o que temos no mercado, o aspartame é a substância mais perigosa que vem sendo adicionada aos alimentos.

Especialistas alertam que ingerir aspartame é como ingerir inseticida. Os metabólitos do aspartame, no sangue, comprovadamente se transformam nas mesmas substâncias usadas nos inseticidas.

Outro adoçante a ser evitado é a Sucralose, fiz um artigo completo falando dele aqui Um Perigo Chamado Sucralose.

 

Uma boa alternativa que recomendo aos meus pacientes e seguidores é utilizar adoçantes naturais como stevia.

Deixo o alerta para ajudar você a cuidar melhor da sua saúde e da sua família, compartilhe e me ajude a disseminar esta informação!

 

Leia também o meu artigo sobre Os Super Alimentos.

 

Fique com Deus,

Victor Sorrentino