Comer menos para viver mais: é o que demonstra estudo

Comer menos para viver mais: é o que demonstra estudo

Se você tem interesse em saber sobre comer menos para viver mais, acompanhe este artigo até o final!

Quando falamos em longevidade, automaticamente pensamos no que comer. Gosto de ressaltar a questão da qualidade da alimentação. No entanto, a quantidade também importa.

A quantidade de comida que cada pessoa deve ingerir tem relação com diversos fatores variáveis. Desde a própria saciedade do indivíduo até suas reais necessidades nutricionais.

A relação entre quantidade de comida e longevidade foi estudada em Baton Rouge, capital do estado norte-americano de Louisiana, no Centro de Pesquisas Pennington Biomedical.

O estudo na íntegra pode ser acessado aqui. Hoje, vou falar sobre os pontos que mais me chamam a atenção nele.

Sobre o estudo

No total, 53 indivíduos participaram. Desses, 19 seguiram com a sua alimentação regular e outros 34 reduziram a ingestão calórica em 25%. É importante mostrar que nenhum dos indivíduos estava acima ou abaixo do peso normal.

Apesar de não ser a meta do estudo, era esperada uma redução também do peso. Os participantes que reduziram a ingestão calórica perderam em média 8,7kg, enquanto aqueles que seguiram com a alimentação normal ganharam 1,8kg em média.

Ao fim do período de estudo, todos os participantes foram submetidos a salas especiais onde foi medida a taxa metabólica. O grupo que reduziu as calorias apresentou metabolismo mais eficiente.

E o que isso significa? Não apenas que as calorias são queimadas mais facilmente como também o estresse oxidativo das células é muito menor.

Como as células dependem de muito menos oxigênio para a produção de energia para o organismo, acabam mais eficientes energeticamente.

O subproduto da produção de oxigênio são os radicais livres. Assim, quando o consumo de oxigênio pelas células é menor, o resíduo também diminui.

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Mais saúde para você

A presença dos radicais livres não é a única razão pela qual muito provavelmente a redução calórica pode estender a expectativa de vida.

A pesquisa mostrou, também, que o grupo de restrição calórica contou com menor pressão sanguínea, taxa de triglicérides e de colesterol. Tais indicadores levam a doenças que podem diminuir a longevidade de qualquer pessoa.

Então, é preciso reduzir as calorias?

Conforme o avançar dos anos, é certo que temos mais dificuldade para perder peso, além de acumularmos mais gorduras. Então, por essa lógica, diminuir o consumo calórico ao longo dos anos é uma boa recomendação.

Mas, é preciso prestar atenção. As dietas de restrição não são simples de serem realizadas e mesmo seguidas. Por isso, o acompanhamento de um médico e de um nutricionista é fundamental para não oferecer riscos a saúde.

Inclusive, se essa dieta for ministrada apenas durante um período de tempo, ao retomar a ingestão calórica anterior, provavelmente você vai engordar ainda mais. É por isso que as dietas consideradas milagrosas não funcionam.

Para nunca sofrer com o efeito sanfona, recomendo que você faça essa redução calórica com acompanhamento profissional.

Reduzir muito bruscamente a quantidade de calorias pode custar a sua saúde. É provável que um profissional vá diminuir conforme o tempo esse número de ingestão calórica.

Eu espero que este artigo ajude você a entender por que comer menos para viver mais é uma possibilidade. Converse com seu médico.

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