Depressão e suicídio: a importância do setembro amarelo

Depressão e suicídio: a importância do setembro amarelo

A relação entre depressão e suicídio é preocupante. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP, os transtornos mentais são responsáveis por 96,8% dos casos de suicídio. A depressão lidera esse ranking.

Assim, podemos colocar o suicídio como a pior consequência da depressão. Esta que, em 2020, deve alcançar o título de doença mais incapacitante do mundo de acordo com a Organização Mundial da Saúde – OMS.

Sabemos que a depressão conta com fortes fatores emocionais e genéticos em sua manifestação. No entanto, uma parcela significativa do nosso estilo de vida influencia diretamente em nossas emoções.

Se você já me acompanha, sabe o quanto insisto na questão de alinhar corpo e mente para manter a boa saúde. Tudo aquilo que pensamos influencia em nossa saúde física, assim como tudo aquilo que causamos ao nosso corpo afeta a nossa saúde mental.

Por isso, não há como pensar em tratar a depressão e outros transtornos mentais sem cuidar da saúde em seu cotidiano. Você precisa pensar em um corpo saudável como um grande resultado vindo de pequenas escolhas.

A escolha do seu café da manhã, do momento de cada refeição, a troca da televisão pela atividade física… Tudo isso tem impactos diretos na sua saúde mental.

Quer saber como? Continue até o final deste artigo.

A prevenção como melhor remédio

Não é novidade que todas as doenças podem ser prevenidas. E mais: prevenir custa muito menos que curar. O mesmo vale para a depressão.

Um estilo de vida saudável é poderoso para afastar doenças mentais. Manter uma rotina com alimentação balanceada, exercícios físicos e boas noites de sono evita boa parte das ocasiões que podem levar a um quadro depressivo.

Manter o equilíbrio entre corpo e mente auxilia você a ficar menos reativo diante de situações adversas e evita o disparo de hormônios que prejudicam as emoções. Hoje, somos super estimulados pelo cortisol, também conhecido como o hormônio do estresse.

O problema não é o hormônio em si, afinal, ele existe para cumprir uma função em nossa sequência evolutiva. A questão é o super estímulo.

Apenas a quantidade de barulho a qual somos submetidos diariamente é suficiente para desencadear um grande estresse. Some a isso as situações do seu trabalho, o trânsito, entre outras incontáveis.

Não temos como fugir da maior parte dessas situações. Por isso, é tão importante gerenciar o estresse de maneira sábia. A prática de exercícios físicos libera hormônios como dopamina e endorfina capazes de devolver a sensação de bem-estar.

Da mesma forma a alimentação saudável ajuda a reequilibrar os hormônios, conforme já comentei neste artigo. Alimentos ultraprocessados e ricos em açúcares fazem o caminho oposto, levando a quadros de depressão ou mesmo agravando os já existentes.

Viver mais e melhor passa pelo cuidado com a sua saúde em todas as esferas! Eu acredito que você deve cuidar da sua saúde mental.

Por fim, recomendo também que você fale sobre seus sentimentos sempre que sentir necessidade. Mantenha-se rodeado por boas companhias e, se precisar, não hesite ao buscar auxílio psicológico.

A psicoterapia pode salvar vidas! Em caso de emergência, conte com o trabalho do Centro de Valorização da Vida – CVV, no 188. A ligação é gratuita.

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Sinto que devo fazer minha parte enquanto médico. Quero ajudar você e sua família a passar longe da depressão e suas consequências. Ao cultivar hábitos saudáveis, você reduz imensamente o risco de depressão e suicídio.

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