Como o funcionamento do intestino influencia nos sintomas depressivos?

Como o funcionamento do intestino influencia nos sintomas depressivos?

Quando nos deparamos com alguns sintomas depressivos, costumamos focar bastante em fatores ambientais e sociais. A vida profissional, os relacionamentos, a família, etc.

Refletimos se estamos endividados, ou com um divórcio encaminhado, ou a pressão no trabalho está demais. Dificilmente pensamos sobre a qualidade da nossa alimentação, ou seja, sobre aquilo que entregamos ao organismo e quais os efeitos disso para o nosso humor.

Pessoas diferentes costumam ficar deprimidas por situações diferentes. Na maioria das vezes, os sintomas depressivos vêm de mais de uma única fonte. O mais comum é que tenham relação com mais de um fator, e precisamos lembrar que a saúde do intestino quando desregulada pode estar associada aos sintomas depressivos.

O que torna o intestino saudável?

A alimentação impacta diretamente a saúde intestinal, fator importantíssimo para o equilíbrio emocional. Pelo nosso intestino, ao longo da vida, passam até 9 toneladas de bolo fecal. Muito conteúdo bom, porém, também muitas toxinas em uma quantidade que nosso organismo não exatamente está preparado.

Ocorre que, no intestino, vivem mais de 100 trilhões de bactérias e fungos de 4 mil espécies diferentes. Juntos, preencheria uma área de 1,5 metro. Quando passam mais elementos nocivos do que benéficos, a tendência é que as bactérias ruins sejam alimentadas.

Por outro lado, quando a alimentação é equilibrada e o organismo recebe os nutrientes de que precisa, as bactérias boas se proliferam. É o que chamamos de flora intestinal.

Quando a microbiota presente no intestino está desequilibrada, todos os órgãos sofrem, inclusive o cérebro.

Isso porque 90% da produção de serotonina do organismo, responsável pelo nosso humor, é realizada no intestino por meio da microbiota. Assim, até mesmo uma doença intestinal pode levar à depressão.

A microbiota intestinal tem o papel de transformar o 5 hidroxitriptofano em serotonina. Se o indivíduo está em um quadro de disbiose, dificilmente vai ser capaz de fazer essa conversão.

Assim, os casos de depressão e problemas intestinais costumam tornar-se uma bola de neve, um contribuindo para o agravamento do outro.

Tratar o intestino combate a depressão?

Nesse caso, eu considero que cuidar do intestino é fundamental para o paciente depressivo. Normalmente, quando ele procura auxílio médico, é porque esses sintomas já se agravaram bastante. Portanto, um tratamento multidisciplinar e com abordagem na fisiologia humana é fundamental.

Infelizmente, sei que é comum pacientes que passam anos realizando tratamentos com antidepressivos. Não sou contra o uso de medicamentos. Porém, entendo que devem ser administrados de forma que auxilie o paciente a recuperar sua qualidade de vida em vez de torná-lo vítima dos efeitos colaterais, o que não traz nenhuma solução para os sintomas depressivos.

Se você acompanha os meus conteúdos sobre saúde, já sabe que alimentação e depressão estão relacionados. Assim, não há como evitar que os impactos dos hábitos de vida tenham impactos em nosso bem-estar.

Eu espero que este artigo tenha esclarecido como o funcionamento do intestino influencia nos sintomas depressivos

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