Risco de infarto aumenta no final do ano, aponta pesquisa

Risco de infarto aumenta no final do ano, aponta pesquisa

Você já ouviu falar que o risco de infarto aumenta no final do ano?

Em meio a preocupações financeiras, excesso de afazeres e exageros de comida e bebida, muitos seguem com a sensação de sobrecarga física e emocional que não beneficia em nada a saúde do coração.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, constatou que a chance de sofrer um infarto aumenta 4% durante os feriados.

Parece pouco? É importante lembrar que as doenças cardiovasculares lideram como principal causa de morte no Brasil. Em média, 40 pessoas morrem por causa de alguma doença do coração a cada hora em nosso país.

Diante dessa estatística, sinto que é meu dever trazer esse alerta. Saber disso pode salvar uma vida! Continue a leitura para saber mais.

O estudo

A revista americana Time publicou o estudo realizado pelos pesquisadores australianos. De acordo com a publicação, a pesquisa documentou que os casos de infarto eram maiores próximo a feriados de Natal e Ano Novo do que em qualquer outra época do ano.

Para descartar a possibilidade de ser uma estatística exclusiva dos países do hemisfério norte, onde existe a relação com o frio, o estudo analisou 25 anos de dados sobre a mortalidade na Nova Zelândia.

Conforme os resultados, as mortes por infarto aumentavam em 4% nas festividades de final de ano mesmo com as temperaturas altas.

Leia também: Mitos e verdades sobre as doenças do coração

Por que o final de ano é tão perigoso para o coração?

O estudo não levou em consideração  as causas que contribuem para o aumento dos casos de infarto. No entanto, pesquisas anteriores que são referenciadas no mesmo estudo apontam para algumas causas.

Uma delas é o próprio estresse relacionado às obrigações familiares, sociais e financeiras muito mais intensas. Diante desses quadros, é comum o aumento da pressão arterial, o que pode desencadear doenças cardiovasculares.

O maior consumo de bebidas alcoólicas e mudanças na rotina – com a privação de muitas horas de sono – também configura um sério risco às doenças cardiovasculares.

Além disso, o aumento no número de deslocamentos faz que muitas pessoas não procurem auxílio médico diante dos sinais de infarto, afinal, estão em lugares desconhecidos. Esse dado parece insignificante, mas serve como alerta: buscar ajuda é fundamental para ficar longe dessa estatística.

Eu espero que este artigo esclareça a você por que o risco de infarto aumenta no final do ano. Sabendo essas informações, é ainda mais urgente prevenir as doenças cardiovasculares e buscar saber mais.

Foi por isso que eu e o cardiologista Dr. Túlio Sperb criamos o Curso Forte Coração.

Acreditamos que, quando pacientes e profissionais de saúde aprofundam seus conhecimentos sobre essas condições, muitas mortes podem ser evitadas.Para conhecer, basta clicar no link: Curso Forte Coração.

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