Síndrome do ovário policístico: entenda esse problema

Síndrome do ovário policístico: entenda esse problema

A síndrome do ovário policístico é um diagnóstico frequente em mulheres jovens. Pelo que percebo na minha prática clínica e no meu cotidiano pelas redes sociais, é mais fácil encontrar uma mulher que diga ter os ovários policísticos do que alguém que não tem.

No entanto, a maior parte desses diagnósticos são simplistas e não necessariamente são precisos. Infelizmente, é comum que qualquer alteração hormonal seja classificada como síndrome do ovário policístico. Seja a menstruação desregulada, o aparecimento de pelos ou qualquer outro sintoma.

Por esse motivo, considero essencial falar sobre o que é a síndrome dos ovários policísticos, seus sintomas e os motivos pelos quais hoje o assunto é muito mais difundido que há algumas décadas.

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O que é a síndrome do ovário policístico?

A síndrome do ovário policístico é caracterizada pelo aumento do tamanho dos ovários, criando bolsas repletas de líquidos que chamamos de cistos. O problema é causado por um distúrbio hormonal em mulheres com idade reprodutiva.

Entre os sintomas mais comuns, estão a menstruação desregulada, o aparecimento de características masculinas como o excesso de pelos, acne excessiva e até calvície causadas pela alta taxa de hormônios masculinos. Pequenos cistos identificados em ultrassonografias também são indicativos.

Não existe uma causa específica para causar a doença. No entanto, o diagnóstico realizado apenas observando os itens acima. Como estamos falando de uma síndrome, o correto seria uma investigação mais detalhada acerca dos problemas.

O diagnóstico ideal para essa síndrome

A síndrome do ovário policístico não é a única causa dos problemas acima mencionados. O ideal seria que, além das ultrassonografias e dos sintomas comuns, o médico solicitasse também exames de sangue, urina e fezes para identificar se existem mais fatores no organismo desencadeando tais problemas.

A mulher pode estar com resistência à insulina, que é o hormônio responsável por regular a glicose no sangue para alimentar as células. Quando ocorre essa resistência, os hormônios ficam desregulados e isso ocorre principalmente pela má alimentação.

Portanto, defendo que os fundamentos para esse diagnóstico sejam mais rigorosos, bem como o tratamento seja menos superficial também.

Atacando a causa e não o efeito

O tratamento mais indicado para quem é diagnosticada com a síndrome do ovário policístico é o uso da pílula anticoncepcional. Não é incomum encontrar meninas que justificam o uso do contraceptivo devido aos ovários policísticos, não importa como tenha sido seu diagnóstico.

Eu defendo que, antes de prescrever o anticoncepcional, seja realizada uma intervenção nos hábitos alimentares dessa mulher. Assim, as chances de regular a insulina do organismo são maiores. Resistência à insulina pode ser tratada não apenas com remédios, mas também com mudanças nos hábitos alimentares.

Farináceos e doces pioram a resistência à insulina. Como nossa alimentação é composta principalmente por eles, em especial há alguns anos, não é difícil entender por que os casos dessa síndrome parecem ter aumentado.

Durante o tratamento, é importante dar preferência aos carboidratos complexos, ricos em fibra, tais como gorduras e proteínas de boa qualidade. Também é possível fazer a suplementação para diminuir essa resistência. Usar canela, gengibre e cúrcuma são indicados.

Após ajustes na dieta e na suplementação, a mulher pode apresentar melhoras nos sintomas. Eu defendo que o anticoncepcional seja receitado apenas depois de fazer esse diagnóstico e essa mudança nos hábitos alimentares.

Espero que meu artigo tenha ajudado você a entender mais sobre a síndrome do ovário policístico. Para saber mais, assista ao meu vídeo abaixo e aproveite para se inscrever em meu canal do Youtube.

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