O que são telômeros e qual sua relação com a longevidade?

O que são telômeros e qual sua relação com a longevidade?

Você já ouviu falar em telômeros ou telomerase? Trata-se de estruturas bem importantes para a medicina integrativa e estão altamente relacionadas com a longevidade.

Chamamos de telômeros as estruturas feitas por fileiras repetitivas de proteínas de DNA que formam as extremidades dos cromossomos.

Podemos considerar os telômeros como sofisticados relógios biológicos. Toda vez que uma célula se duplica, os telômeros encurtam. Assim, teoricamente, seria possível definir a expectativa de vida de um ser vivo analisando quantos telômeros ainda restam em suas células.

Ou seja, quantas vezes elas ainda podem de duplicar e garantir a vida. 

A descoberta dos telômeros

Os telômeros foram identificados pela primeira vez na década de 30 do século XX.

Os estudos seguiram em curso até o ano de 2009, quando a descoberta desta enzima rendeu o Prêmio Nobel de Medicina a Elizabeth Blackburn e sua equipe, pois conseguiram provar e mostrar que a telomerase existe para reparar os telômeros. 

Eles são os responsáveis por manter a estabilidade estrutural do cromossomo, protegendo e assegurando que a informação genética (DNA) seja totalmente copiada e replicada quando a célula se duplica. 

A telomerase é uma enzima que se localiza no cromossomo 5 e é capaz de ampliar a expectativa da célula. Esta pode, realmente, fazer esse relógio biológico andar para trás ao atuar na restauração de telômeros encurtados. 

Infelizmente, a maior força da telomerase está agindo nas células ligadas ao nosso sistema reprodutivo, com a finalidade de garantir que o DNA seja passado corretamente para os descendentes.

Nas células sem a capacidade reprodutiva, a telomerase está inativa.

Fatores de risco para a qualidade dos telômeros

A função dos telômeros é manter a estabilidade e as características do DNA. Assim, cada vez que a célula se divide, estas estruturas são ligeiramente encurtadas.

Durante a vida, nossas células passam por sucessivas replicações, o que leva os telômeros a ficarem mais curtos. 

Os encurtamentos acabam por impedir a correta replicação dos cromossomos, o que levam a uma perda, parcial ou total, da capacidade de divisão. 

Caso o encurtamento dos telômeros não se regenere, as células perdem a capacidade de se dividir. Afinal, a correta replicação dos cromossomos está prejudicada ou não existe mais.

Esse fenômeno pode levar a uma eliminação e silenciamento de genes indispensáveis. 

Faz parte do processo de renovação celular a intolerância da morte das células antes da sua divisão correta, portanto, o organismo tende a morrer de acordo com que os telômeros se esgotam.  

Temos cerca de 60 trilhões de células somáticas no corpo, muitas delas se encontram com o DNA totalmente danificado. Estas células acabam morrendo.

Se a telomerase estivesse agindo, acabaria acrescentando telômeros nas extremidades dos cromossomos das células com DNA danificado, restaurando as células e possibilitando que continuassem vivas. 

Mas, caso aconteça de uma célula incompleta sobreviver, poderia causar doenças como câncer. Portanto, mesmo que cada célula fosse tornada imortal, esse processo poderia também se transformar na causa da morte. 

Então, como prevenir o encurtamento dos telômeros?

A Dra. Elizabeth e sua equipe provaram que o estresse e os maus hábitos alimentares são capazes de acelerar o processo de encurtamento dos telômeros.  

Nas pesquisas, ficou bem claro que o estilo de vida, principalmente o estresse, diminuiu o comprimento dos telômeros, assim como o hábito de fumar e o consumo exagerado de alimentos com grandes quantidades de açúcar. 

Enquanto isso, os indivíduos que conseguem relaxar, manter a calma, que encontram estratégias para controlar o estresse conseguem manter a atuação da telomerase no organismo.

Assim, conservam o comprimento do telômero e ganham chances de viver mais!

De maneira bem geral, contribui para o encurtamento dos telômeros:

• Estressse

• Cansaço

• Falta de sono

• Tabagismo

• Dieta inadequada

• Consumo de calorias acima do adequado

• Consumo de doces, refrigerantes, bebidas adoçadas e refinados

• Consumo exagerado de ômega 6

• Consumo de carnes processadas

• Deficiência de Vitamina D

Contribuem para a manutenção do comprimento do telômero e da quantidade de telomerase:

• Relaxamento

• Calma

• Controle do estresse

• Dieta adequada

• Manter o peso adequado para a altura (IMC)

• Prática de exercícios físicos regulares

• Dieta rica em frutas e verduras

• Restrição calórica e dietas com menor índice glicêmico

• Consumo de frutas, verduras, tubérculos, fibras e cereais integrais 

• Consumo de ômega 3

• Consumo de frutas cítricas e vegetais (vitaminas C e E)

• Níveis normais de Vitamina D

Fico feliz em vê-lo no meu blog. Se você acompanha meu trabalho, é sinal de que o seu desejo é viver mais e melhor. Parabéns! Espero que o conhecimento sobre a relação entre telômeros e longevidade contribua para a sua qualidade de vida.

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